Tag: Economia (page 2 of 2)

Fascismo: uma aflição bipartidária

Se neoconservadores e progressistas realmente entendessem o fascismo, eles parariam de usar o termo como uma difamação. Isso ocorre porque ambos os grupos, juntamente com as maiores figuras políticas e comentaristas, abraçam ideias e políticas fascistas.

A característica distinta do fascismo é uma “economia mista”. Diferentemente dos socialistas e comunistas que pretendem abolir os negócios privados, os fascistas se contentam em deixar as empresas em mãos privadas. Como alternativa, os fascistas usam regulações, mandatos e taxas para controlar os negócios e gerir (e arruinar) a economia. O sistema fascista é, então, aquele no qual as empresas privadas servem aos políticos e burocratas em vez dos consumidores. A economia americana moderna não se enquadra na definição de fascismo? Leia mais

A economia dos ovos de Páscoa

Esta é uma daquelas épocas do ano onde várias pessoas deixam a inibição de lado e parecem querer mostrar com todo orgulho a dimensão de sua ignorância em assuntos de economia. Tão certo quanto o fato de quarenta dias após o Carnaval termos a Páscoa, é também o fato daquele parente, amigo, colega de trabalho/escola/faculdade ou de você mesmo tentar expor toda a ganância e perversidade de quem vende exatamente a mesma gramatura de um chocolate de uma barra, mas em formato de ovo, e cobra muito mais caro por isso.

Afinal de contas, de onde vem essa diferença? A resposta curta, porém não menos correta, é que as pessoas pagam por isso. De forma simplificada, os ovos de Páscoa são muito mais caros porque as pessoas os compram. Obviamente, vamos explorar a resposta mais longa e elaborada, do contrário, esse artigo acabaria aqui e você provavelmente não estaria muito convencido.

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A última e completa introdução ao agorismo

O agorismo infelizmente precisa de uma introdução

A contra-economia e o agorismo foram originalmente conceitos conflitantes, forjados no que parecia ser a crescente revolução de 1972-73, e que, pelo contrário, provou ser a última onda. Retórica revolucionária ou não, o agorismo surgiu em uma época e em um contexto onde os slogans exigiam análises extensas publicadas e um constante criticismo dialético entre facções concorrentes altamente comprometidas. Assim, quando a euforia dos “anos 60” [1] diminuiu, junto com as coloridas bandeiras de partidos, escombros e cinzas de ideologias explodidas estavam uma teoria e metodologia forte, brilhante e precisa. Provavelmente a primeira base economicamente equilibrada para uma plataforma revolucionária, o mercado agorista derreteu antes mesmo que pudesse chegar às vitrines. Leia mais

O que manterá nossos alimentos seguros?

Qualquer conversa sobre o tamanho do governo federal ou sua legião de agências vai invariavelmente retornar para a questão: “Quem manterá nossos alimentos seguros?”, isso é tão certo quanto a lei de Godwin – exceto que, nesse caso, os fascistas se tornaram, inexplicavelmente, os bons garotos.

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Escolas de pensamento não-praxeológicas

As escolas de pensamento não-praxeológicas erroneamente acreditam que as relações entre certos eventos são leis empíricas bem estabelecidas quando, na realidade, são leis praxeológicas necessárias e lógicas. Assim, eles se comportam como se o enunciado “uma bola não pode ser vermelha e não-vermelha ao mesmo tempo” exigisse ser testado na Europa, América, África, Ásia, Austrália – obviamente demandando muito dinheiro para pagar por tal audaciosa pesquisa sem sentido. Leia mais

Murray Rothbard: o “Senhor Libertário”

Murray Rothbard (1926 – 1995) – o maior teórico libertário do século XX –expressou o que ele considerava ser a questão política central que a humanidade confronta. Ele escreveu,

“A minha perspectiva básica própria sobre a história do homem… é a de dar a importância central ao grande conflito que é eternamente travado entre a Liberdade e o Poder.” [1]

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