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H. L. Mencken sobre a educação pública

[Nota do Editor: Os seguintes trechos são retirados do Volume XXVIII, Número 110 da THE AMERICAN MERCURY (fevereiro de 1933). Eles apareceram em uma coluna intitulada “O que está acontecendo no mundo”. Mencken começa seus comentários apontando que as despesas do governo com as escolas públicas aumentaram de cerca de 5 dólares por aluno em 1880 para 100 dólares por aluno em 1933 (agora mais do que 12 mil dólares). Ele então questiona o que essas escolas geridas por armas de fogo realizaram. Críticos contemporâneos das escolas públicas apresentam uma visão cada vez mais detalhada de sua história e dos efeitos atuais. Por exemplo, veja o trabalho de Brett Veinotte; a produção de Richard Grove de “Ultimate History Lesson” de John Taylor Gatto ou o site de John. Para o artigo de John, “Por que as escolas não educam”, veja o número 53 do VOLUNTARYIST, página 8, voluntaryist.com]. Leia mais

Libertarianismo e a Alt Right

Em Busca de uma Estratégia para a Mudança Social

(Discurso proferido no 12º encontro anual da Property and Freedom Society em Bodrum, Turquia, em 17 de Setembro de 2017)

 

Conhecemos o destino dos termos liberal e liberalismo. Eles foram afixados por tantas pessoas diferentes e em tão diferentes posições que perderam todo o seu significado e se tornaram um rótulo vazio e indescritível. O mesmo destino agora está cada vez mais ameaçando os termos “libertário” e “libertarianismo” que foram inventados para recuperar uma parte da precisão conceitual perdida com o desaparecimento dos antigos rótulos. Leia mais

“Quem vigia o vigilante?”: Restringindo o poder soberano usando as comunidades empresariais

O economista Barry Weingast escreveu: “o dilema político fundamental de um sistema econômico é o seguinte: um governo suficientemente forte para assegurar os direitos de propriedade e fazer cumprir contratos também é forte o suficiente para confiscar a riqueza de seus cidadãos”. Leia mais

ISIS Acontece: Sobre as construções linguísticas dos intelectuais esquerdistas

Às vezes, o emprego de uma única palavra em uso comum dá toda uma visão de mundo diferente. Havia apenas um uso na manchete de uma história no jornal Guardian no final do mês passado: “Como os ‘rapazes de Pompey’ caíram nas mãos do Isis”.

Pompey é o nome coloquial para Portsmouth, a cidade naval da costa sul da Inglaterra, e os “rapazes” da manchete eram cinco jovens garotos de origem bangali que cresceram lá e mais tarde se juntaram ao ISIS na Síria. O artigo descreve como o último dos cinco foi morto agora, três outros foram mortos antes dele e um, que retornou à Bretanha, que foi sentenciado a quatro anos de prisão (na prática dois anos, com remissão por bom comportamento). O uso da palavra “rapazes” destina-se a implicar aos leitores do jornal que não havia nada de diferente ou especial sobre esses cinco jovens rapazes, nada que distinguisse eles de outros jovens rapazes de Portsmouth. Esse uso foi uma manifestação do pensamento ilusório ou mesmo mágico, como se a realidade por si mesma pudesse ser alterada de uma maneira desejada pelo mero emprego da linguagem. Leia mais

Como alcançar uma sociedade livre

Muitas pessoas têm dificuldade em entender como, nos Estados Unidos, podemos eliminar as maiores ameaças que representam a nossa liberdade. Neste artigo, vou explicar algumas maneiras de como podemos nos aproximar de uma nova liberdade e estarmos seguros, como disse Frédéric Bastiat, em nossa “Vida, aptidões e produção”. Leia mais

O Movimento Independentista paulista existe. Você já ouviu falar?

 

[NR.] Esta republicação é da entrevista de janeiro de 2014 que uma de nossas CEOs Luciana Toledo deu à revista pós-moderna VICE sobre o movimento de secessão paulista como representante do Movimento República de São Paulo (MRSP), É importante ressaltar que todos nós do site somos Anarcocapitalistas e é bom entender que esta entrevista, numa grande mídia de viés esquerdista, foi uma porta aberta para o MRSP naquela época. Também vale ressaltar para a maioria dos libertários novos que o que temos atualmente só foi possível por causa dos antigos que buscaram falar aos poucos das ideias libertárias em um “Brasil” completamente estatista e que nós próprios mudamos muitas de nossas visões expressas aqui.

Ela quer separar São Paulo do Brasil

Movimentos de dissidência eclodem Mundo afora, a insatisfação é geral. Não seria diferente, aqui, no Brasil. Em um bate-papo com Luciana Toledo do MRSP (Movimento Republica de São Paulo), a independentista que quer tornar São Paulo um País, fica a pergunta, como? A carta Magna brasileira é clara, os estados que formam o país são indissolúveis. Inspirada pela Revolução Constitucionalista de 32, Luciana fala da insatisfação com o que considera injustiças sistemáticas sofridas e impostas pelo governo Central ao estado de São Paulo. Segundo ela esse descontentamento existe desde quando o Brasil foi inventado. Suas ideias de dissidência geram desconfortos, desconfianças e perseguições, eventualmente é alvo de ataques pessoais, nesse caso compreensível. Essa paulista de 38 anos, com ideias nada convencionais, bem articulada, nascida e criada na Paulicéia, conclama o povo de São Paulo para uma cisão total com Brasília. O sonho de uma República para os paulistas. Uma visão fantasiosa ou realidade plausível. Quem teme o MRSP e sua ideologia de secessão? Leia mais

A Ética Argumentativa de Hoppe e seus críticos

Eu escrevi, desde em torno de 1994, inúmeras vezes sobre a inovadora teoria de direito libertário “A Ética Argumentativa” de Hans-Hermann Hoppe, e ainda ouço – repetidamente – os mesmos, cansativos e velhos argumentos e críticas. É incrível para mim o quão pretensiosos são alguns libertários que não têm nenhuma teoria própria de direitos, e muitos deles não tem base filosófica ou acadêmica, ainda assim, se sentem compelidos a criticar Hoppe e sua teoria de direitos, embora esteja claro que eles não leram quase nada e não tem base teórica própria que explique o porquê eles são mesmo libertários. Eles desconhecem ou são intelectualmente incapazes de reconhecer as muitas contribuições de Hoppe para a teoria econômica e política [1]. Leia mais

Ayn Rand era uma libertária?

Ayn Rand foi contra o movimento libertário do seu tempo. Em 1971 ela escreveu:

Para que fique registrado, eu vou repetir o que já disse muitas vezes: eu não vou endossar ou me juntar a nenhum grupo político ou movimento. Mais especificamente, eu desaprovo, não concordo e não tenho conexão com a mais recente aberração de alguns conservadores, os chamados “hippies da direita”, que tentam enganar os mais jovens ou mais descuidados dos meus leitores alegando simultaneamente serem seguidores da minha filosofia e defensores do anarquismo. Qualquer um que proponha essa combinação confessa sua incapacidade de entender ambos. Anarquismo é a noção mais irracional e anti-intelectual ligada ao pensamento concreto*, fora de contexto e adoração de uma minoria do movimento coletivista, ao qual ele pertence.

(N.T. de acordo com a autora, a visão chamada de “concrete-bound” caracteriza-se pela negação das abstrações)

— “Brief Summary,” The Objectivist, Vol. 10, Sep. 1971 Leia mais

Qual a forma correta de se estudar o homem?

[N.T.: Este artigo é a tradução da primeira parte do escrito “The Mantle of Science”, disponível em “Economic Controversies”. Entretanto, a tradução que segue foi publicada no blog do Lew Rockwell com o título do capítulo subsequente, intitulado What is the Proper Way to Study Man?]

Na nossa correta condenação do cientificismo no estudo do homem, não devemos cometer o erro de dispensar a ciência junto com ele, pois se o fizermos, estaremos dando crédito demais ao cientificismo e aceitando a sua alegação superficial de ser o único método científico. Se o cientificismo é, como acreditamos, um método inadequado, então ele não pode ser verdadeiramente científico. Ciência, afinal, significa scientia, conhecimento correto; ela é mais velha e mais sábia do que a tentativa positivista-pragmática de monopolizar o termo. Leia mais

A Narrativa errada em Charlottesville

A violência política em Charlottesville ontem foi tão previsível quanto fútil. Uma pessoa foi morta e dezenas foram gravemente feridas, marcando um novo ponto baixo nas guerras políticas e culturais que estão tão aquecidas como em qualquer momento desde a década de 1960 na América.

Essa implacável politização da cultura americana corroeu a benevolência e inflamou os piores impulsos da sociedade. Antifa e a direita autoritária “alt right” podem representar expressões simplórias de ódio e de medo, mas ambos os grupos são animados inteiramente por política: a percepção de que outros podem impor sua vontade sobre nós politicamente. A única solução duradoura para a violência política é tornar a política menos importante. Leia mais

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