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O ataque da família nuclear contra o estado

A família nuclear, definida como um casal monogâmico criando sua descendência mútua, é a primeira e última defesa da propriedade privada e, por extensão, da própria civilização. Infelizmente, o marxismo cultural está progressivamente erodindo esses pilares fundamentais da civilização, tornando-se a maior ameaça ao nosso modo de vida e padrão de vida.

A Revolução Neolítica, conforme descrita por Hans-Hermann Hoppe em A Short History of Man, foi o avanço intelectual humano de maior magnitude. Hoppe elabora: Leia mais

Mises e Hayek desomogeneizados

Um importante fator contribuinte ao ressurgimento da economia austríaca nos anos 1970 foi o aparecimento de alguns artigos que atraíram atenção dos economistas profissionais à distinção da teorização econômica fundada por Carl Menger.[1] Provavelmente o mais influente desses artigos foi escrito pelo eminente estudioso de Walras, William Jaffé, e intitulado “Menger, Jevons and Walras Dehomogenized”.[2] Neste artigo, Jaffé argumenta de forma persuasiva que os três fundadores do marginalismo, cujas contribuições até aquele momento haviam tendido a ser combinadas em uma só devido ao foco exclusivo em sua descoberta simultânea do princípio marginal, cada um iniciou uma distinta e separada tradição de método e análise econômicos. Tomado junto da concessão, em 1974, a F. A. Hayek do Prêmio Nobel em Economia e de conferências acadêmicas sobre economia austríaca realizadas anualmente entre 1974 e 1976, esse artigo e outros mencionados acima ampliaram e reforçaram o reconhecimento e interesse na economia austríaca contemporânea como uma alternativa ao predominante paradigma neoclássico. Leia mais

Um Natal Capitalista

[NT.: O sentido religioso do Natal, compartilhado pela tradutora que é cristã, só pode ser proporcionado pela liberdade que é derivada diretamente da propriedade. Não por menos, em muitos países socialistas o Natal não somente não é possível, como também é proibido em alguns. A caridade que Jesus nos ensinou é possível graças a trocas voluntárias sem a coerção estatal e ao fato que nossos valores morais conseguem até mesmo driblar as intervenções criminosas da máfia governamental.]

O Halloween tem um teor socialista. Figuras ameaçadoras não convidadas chegam em sua porta, querem sua propriedade e ameaçam fazer uma “travessura” caso você não ceda. Esta é, resumidamente, a forma que o governo funciona. Leia mais

Porque o governo não gerencia – e não pode gerenciar – recursos como uma empresa privada

As pessoas frequentemente lamentam o desperdício, a corrupção e os descarados absurdos das agências do governo, se questionando o porquê elas não podem ser “geridas como empresas”. Ainda que a teoria econômica mostre que isso não é um mero acidente: Sérias diferenças institucionais tornam os funcionários do governo muito menos eficientes em gerenciar recursos escassos do que seus equivalentes no setor privado. Nós podemos ver essas lições teóricas ilustradas em numerosos exemplos abrangendo uma vasta gama de indústrias. Essa evidência deveria colocar à primeira vista um obstáculo na expansão da intervenção governamental em novos setores, como o da saúde. Leia mais

H. L. Mencken sobre a educação pública

[Nota do Editor: Os seguintes trechos são retirados do Volume XXVIII, Número 110 da THE AMERICAN MERCURY (fevereiro de 1933). Eles apareceram em uma coluna intitulada “O que está acontecendo no mundo”. Mencken começa seus comentários apontando que as despesas do governo com as escolas públicas aumentaram de cerca de 5 dólares por aluno em 1880 para 100 dólares por aluno em 1933 (agora mais do que 12 mil dólares). Ele então questiona o que essas escolas geridas por armas de fogo realizaram. Críticos contemporâneos das escolas públicas apresentam uma visão cada vez mais detalhada de sua história e dos efeitos atuais. Por exemplo, veja o trabalho de Brett Veinotte; a produção de Richard Grove de “Ultimate History Lesson” de John Taylor Gatto ou o site de John. Para o artigo de John, “Por que as escolas não educam”, veja o número 53 do VOLUNTARYIST, página 8, voluntaryist.com]. Leia mais

Libertarianismo e a Alt Right

Em Busca de uma Estratégia para a Mudança Social

(Discurso proferido no 12º encontro anual da Property and Freedom Society em Bodrum, Turquia, em 17 de Setembro de 2017)

 

Conhecemos o destino dos termos liberal e liberalismo. Eles foram afixados por tantas pessoas diferentes e em tão diferentes posições que perderam todo o seu significado e se tornaram um rótulo vazio e indescritível. O mesmo destino agora está cada vez mais ameaçando os termos “libertário” e “libertarianismo” que foram inventados para recuperar uma parte da precisão conceitual perdida com o desaparecimento dos antigos rótulos. Leia mais

“Quem vigia o vigilante?”: Restringindo o poder soberano usando as comunidades empresariais

O economista Barry Weingast escreveu: “o dilema político fundamental de um sistema econômico é o seguinte: um governo suficientemente forte para assegurar os direitos de propriedade e fazer cumprir contratos também é forte o suficiente para confiscar a riqueza de seus cidadãos”. Leia mais

ISIS Acontece: Sobre as construções linguísticas dos intelectuais esquerdistas

Às vezes, o emprego de uma única palavra em uso comum dá toda uma visão de mundo diferente. Havia apenas um uso na manchete de uma história no jornal Guardian no final do mês passado: “Como os ‘rapazes de Pompey’ caíram nas mãos do Isis”.

Pompey é o nome coloquial para Portsmouth, a cidade naval da costa sul da Inglaterra, e os “rapazes” da manchete eram cinco jovens garotos de origem bangali que cresceram lá e mais tarde se juntaram ao ISIS na Síria. O artigo descreve como o último dos cinco foi morto agora, três outros foram mortos antes dele e um, que retornou à Bretanha, que foi sentenciado a quatro anos de prisão (na prática dois anos, com remissão por bom comportamento). O uso da palavra “rapazes” destina-se a implicar aos leitores do jornal que não havia nada de diferente ou especial sobre esses cinco jovens rapazes, nada que distinguisse eles de outros jovens rapazes de Portsmouth. Esse uso foi uma manifestação do pensamento ilusório ou mesmo mágico, como se a realidade por si mesma pudesse ser alterada de uma maneira desejada pelo mero emprego da linguagem. Leia mais

Como alcançar uma sociedade livre

Muitas pessoas têm dificuldade em entender como, nos Estados Unidos, podemos eliminar as maiores ameaças que representam a nossa liberdade. Neste artigo, vou explicar algumas maneiras de como podemos nos aproximar de uma nova liberdade e estarmos seguros, como disse Frédéric Bastiat, em nossa “Vida, aptidões e produção”. Leia mais

O Movimento Independentista paulista existe. Você já ouviu falar?

 

[NR.] Esta republicação é da entrevista de janeiro de 2014 que uma de nossas CEOs Luciana Toledo deu à revista pós-moderna VICE sobre o movimento de secessão paulista como representante do Movimento República de São Paulo (MRSP), É importante ressaltar que todos nós do site somos Anarcocapitalistas e é bom entender que esta entrevista, numa grande mídia de viés esquerdista, foi uma porta aberta para o MRSP naquela época. Também vale ressaltar para a maioria dos libertários novos que o que temos atualmente só foi possível por causa dos antigos que buscaram falar aos poucos das ideias libertárias em um “Brasil” completamente estatista e que nós próprios mudamos muitas de nossas visões expressas aqui.

Ela quer separar São Paulo do Brasil

Movimentos de dissidência eclodem Mundo afora, a insatisfação é geral. Não seria diferente, aqui, no Brasil. Em um bate-papo com Luciana Toledo do MRSP (Movimento Republica de São Paulo), a independentista que quer tornar São Paulo um País, fica a pergunta, como? A carta Magna brasileira é clara, os estados que formam o país são indissolúveis. Inspirada pela Revolução Constitucionalista de 32, Luciana fala da insatisfação com o que considera injustiças sistemáticas sofridas e impostas pelo governo Central ao estado de São Paulo. Segundo ela esse descontentamento existe desde quando o Brasil foi inventado. Suas ideias de dissidência geram desconfortos, desconfianças e perseguições, eventualmente é alvo de ataques pessoais, nesse caso compreensível. Essa paulista de 38 anos, com ideias nada convencionais, bem articulada, nascida e criada na Paulicéia, conclama o povo de São Paulo para uma cisão total com Brasília. O sonho de uma República para os paulistas. Uma visão fantasiosa ou realidade plausível. Quem teme o MRSP e sua ideologia de secessão? Leia mais

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